todas as noites, quando o bairro se recolhe e a avenida fica vazia, eu desco a minha rua. caminho para perceber onde ficou a minha poesia e comecou esta adultez fria. releio os recados de amor que te mandei e todas as verdades cruas que te disse. e descubro-me aqui, virada para o mar, sozinha sem mapa ou plano definido. penso nas mulheres todas que te habitaram. penso nestas mulheres e porque elas te deixaram. adivinho-lhes os rostos, as suas maos delicadas, as suas naturezas doces e tempestivas. questiono se nao sou ja estas mulheres todas que te habitaram um dia. quanto tera durado o teu amor. quanto durara agora.
todas as noites, quando o bairro se recolhe e a avenida fica vazia, eu desco a minha rua. caminho para perceber onde ficou a minha poesia e comecou esta adultez fria. releio os recados de amor que te mandei e todas as verdades cruas que te disse. e descubro-me aqui, virada para o mar, sozinha sem mapa ou plano definido. penso nas mulheres todas que te habitaram. penso nestas mulheres e porque elas te deixaram. adivinho-lhes os rostos, as suas maos delicadas, as suas naturezas doces e tempestivas. questiono se nao sou ja estas mulheres todas que te habitaram um dia. quanto tera durado o teu amor. quanto durara agora.
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